sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Perdão (Parte2)

criança que é criança suja o pé


O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar :

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

(Autor desconhecido)

O Sonho de Cinderela

Palavra às mulheres. Muito bom!!





quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ao Gil

Despedidas são horríveis! Odeio elas. Mas, são inevitáveis. Um grande amigo está de partida. A vida segue e é preciso tomar caminhos, mesmo que não seja possível levar todos os que gostamos conosco, fisicamente claro. É o que sempre digo "a distância separa corpos, nunca corações". Minha história com esse amigo é bem... diferente, digamos assim.



Conheci o Gil num "inverno" da minha vida. Ele foi uma das pessoas que Deus usou para me tirar do fundo do poço. Com seu jeito cavalheiro e poeta, foi devolvendo a cor e o sentido dos meus dias. Muitas horas de conversas, brincadeiras, indiretas, provocações, confidências, conselhos ... e vácuo! A internet dele é muito ruim, gente!!! kkkkkk Apesar de TODO mundo torcer para a gente namorar, nos tornamos amigos. Vai entender a vontade de Deus, né?! Pois bem, agora ele vai embora. Sabe aquele tipo de coisa que você sabe que vai acontecer, mas que é sempre um futuro distante? Infelizmente, se tornou presente.

Não vamos ficar tristes pelo fato da distância. Estamos felizes porque o Gil subiu um degrau, alcançou mais uma conquista. E muito mais o Senhor tem. Você crê, Gil? Te desejo muita saúde para continuar nessa caminhada que Deus preparou pra você. Escolha sempre a Deus, para esperar, descansar e confiar. E você sabe que pode contar comigo.

Sempre que eu ouvir Felipão vou lembrar de Ti. "É desse jeito"... ♪ kkkkkkkk
Grande beijo!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

Misericórdia



Misericórdia. Ela não é compaixão passiva. Não é simplesmente compreensão. Não é apenas afeição. É uma ação divina em nosso favor, pela qual ele nos dá a sensação de alívio. Deus, nosso compassivo e atencioso Pai celestial, é o autor do alívio. E, quando chegam aqueles misteriosos e confusos momentos em que fazer sua vontade resulta no inesperado, não há nada melhor que misericórdia para tornar as coisas mais agradáveis.

O ministério da Vontade de Deus - Charles Swindoll

Felipe Reis



Felipe Reis best friend é clarinetista e se apresentou no programa Pré-Estreia, da TV Cultura dia 02/10/2011.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Imagine Deus!







Eu tinha  um lindo carneiro. O pobre homem que morava ao lado tinha um lindo cachorro e um pequeno rebanho de ovelhas que ele queria melhorar cruzando com meu carneiro. O homem perguntou se eu poderia emprestar-lhe o carneiro. Em retribuição, eu poderia ficar com seu cachorro premiado.
Foi assim que consegui Teddy, um cão pastor escocês enorme e negro. Teddy era meu cachorro, e ele era capaz de fazer qualquer coisa por mim. Ele me esperava voltar da escola. Dormia ao meu lado e, quando eu assobiava, ele vinha correndo, mesmo se estivesse comendo. À noite, ninguém chegava a menos de 500 metros sem a permissão de Teddy.
Durante os longos verões nos campos eu via minha família somente à noite, mas Teddy estava do meu lado o tempo todo. Quando fui para a guerra, não sabia como deixá-lo. Como explicar a alguém que você ama que está partindo e que não poderá mais brincar de atirar pedaços de madeira como sempre fizemos?
Assim, na primeira vez que voltei para casa durante uma folga na Marinha (durante a Segunda Guerra Mundial), a cena foi indescritível. A última parada do ônibus ficava a quase 25 km da fazenda. Cheguei ali por volta das onze da noite e fui caminhando para casa.
Quando cheguei a uns 500 metros de casa, eram duas ou três horas da manhã. Estava bastante escuro, mas eu conhecia bem o caminho. De repente, Teddy me ouviu e começou a dar o alerta, latindo. Então, assobiei apenas uma vez. O latido parou. Houve um latido de reconhecimento, e eu sabia que um grande vulto negro estava se atirando em minha direção naquela escuridão. Quase imediatamente ele estava em meus braços.
O que vem a minha mente agora é que aquele momento inesquecível fala a meu coração sobre meu Deus. Se meu cachorro, sem qualquer explicação, foi capaz de me amar e de me receber em casa depois de tanto tempo, o que meu Deus não faria?

 Jesus me faz Sorrir - David Redding

Em meio à Tua Glória

Volteeeei!